Atenção Secundária à Saúde

Centro de Diagnóstico por Imagem — CDI

Diagnóstico preciso, acesso regulado, laudos digitais e integração com toda a rede de atenção.

Centro de Diagnóstico por Imagem — CDI

Atenção Secundária à Saúde

Centro de Diagnóstico por Imagem — CDI

O Instituto de Ciências Médicas Canaã estrutura e gerencia Centros de Diagnóstico por Imagem — CDI como componentes estratégicos da Atenção Especializada do SUS, integrando tecnologia diagnóstica, regulação do acesso, segurança do paciente, qualidade assistencial e gestão digital. A atuação está alinhada à Política Nacional de Atenção Especializada em Saúde — PNAES (Portaria GM/MS nº 1.604/2023). Um CDI não deve funcionar apenas como um local onde exames são realizados: ele faz parte da jornada assistencial do cidadão, contribuindo para diagnóstico oportuno, definição terapêutica e continuidade do tratamento.

Destaques

  • Integração com a Atenção Primária, especialistas e regulação
  • Radiologia, ultrassonografia, mamografia, tomografia e ressonância
  • Laudos, imagens e rastreabilidade eletrônica
  • Protocolos assistenciais e priorização regulada
  • Proteção radiológica e segurança do paciente
  • Gestão por indicadores e uso eficiente da capacidade instalada

Diferentes modalidades integradas em um único serviço

De acordo com a estrutura disponível, as necessidades do território e a contratualização com o gestor público, o CDI pode organizar diferentes modalidades diagnósticas. Em 2026, o Ministério da Saúde ampliou estratégias para oferta de procedimentos de diagnóstico por imagem aos pacientes do SUS, contemplando radiografia digital, tomografia computadorizada e ressonância magnética.

  • Radiologia digital
  • Ultrassonografia
  • Mamografia
  • Densitometria óssea
  • Tomografia computadorizada
  • Ressonância magnética
  • Exames contrastados
  • Outras modalidades diagnósticas

Do pedido do exame ao resultado: uma jornada integrada

O exame não termina quando o paciente deixa a sala de diagnóstico. A informação produzida precisa retornar ao profissional responsável pelo cuidado e, quando tecnicamente disponível, integrar os sistemas assistenciais da rede.

SolicitaçãoRegulaçãoPriorizaçãoAgendamentoPreparoRealização do exameLaudoResultadoCondutaContinuidade do cuidado

Regulação e acesso organizado

O CDI funciona articulado à Central de Regulação, à Atenção Primária, aos Centros de Especialidades e à rede hospitalar. Protocolos de acesso qualificam as solicitações, estabelecem prioridades e organizam a utilização da capacidade instalada.

  • Demanda por modalidade e pacientes aguardando
  • Prioridade e tempo de espera
  • Capacidade ofertada e exames agendados
  • Faltas, exames realizados e laudos liberados

Gestão digital e redução do uso de papel

Priorizamos uma jornada progressivamente digital, reduzindo processos baseados em formulários físicos, aumentando a rastreabilidade e diminuindo riscos de perda de documentos, duplicidade de solicitações e atrasos na comunicação dos resultados. A Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) é a plataforma nacional de interoperabilidade do SUS e permite integração padronizada de dados, apoiando continuidade assistencial e planejamento.

Pedido eletrônicoRegulação digitalAgendamentoRegistro do atendimentoImagem digitalLaudo eletrônicoResultado integrado

Imagem e laudo disponíveis para o cuidado

Um CDI moderno trabalha com sistemas capazes de organizar imagens e laudos de maneira segura. O princípio é que a informação relevante acompanhe o cidadão ao longo da rede, observadas as regras de acesso, interoperabilidade, proteção de dados e infraestrutura disponível — evitando que o diagnóstico fique desconectado do tratamento.

Imagem realizadaLaudo emitidoResultado disponibilizadoProfissional informadoConduta definida

Segurança e requisitos sanitários

Os serviços de radiologia diagnóstica que utilizam radiação ionizante atendem aos requisitos sanitários e de proteção radiológica estabelecidos pela Anvisa. A RDC nº 611/2022 permanece como referência vigente para organização e funcionamento dos serviços de radiologia diagnóstica e intervencionista e para o controle das exposições médicas, ocupacionais e do público, envolvendo responsabilidade técnica, proteção radiológica, controle de qualidade, testes dos equipamentos, protocolos, registros, capacitação das equipes e acompanhamento das condições de funcionamento.

Qualidade da imagem e qualidade do diagnóstico

Não basta realizar o exame: é necessário garantir que o processo produza informações adequadas para apoiar a decisão clínica. A qualidade precisa ser monitorada permanentemente, e não apenas durante inspeções ou processos de habilitação.

  • Protocolos técnicos e padronização dos exames
  • Controle dos equipamentos
  • Qualificação das equipes
  • Rastreabilidade e registros
  • Controle de não conformidades e auditoria
  • Segurança do paciente

Segurança no uso de contraste

Nos exames que utilizam meios de contraste, o serviço possui protocolos institucionais para avaliação, administração, acompanhamento do paciente e resposta às intercorrências, conforme indicação clínica, normas sanitárias e responsabilidades profissionais aplicáveis. A prioridade é combinar qualidade diagnóstica e segurança assistencial.

Mamografia integrada às linhas de cuidado

Em 2025, o Ministério da Saúde atualizou a orientação nacional de rastreamento populacional no SUS para mulheres de 50 a 74 anos, a cada dois anos, mantendo a avaliação diagnóstica conforme indicação clínica em situações suspeitas. O objetivo não é simplesmente aumentar o número de exames, mas assegurar que uma alteração identificada gere resposta assistencial.

SolicitaçãoMamografiaResultadoAvaliaçãoInvestigação complementarRegulaçãoContinuidade da linha de cuidado

Gestão das filas, do absenteísmo e da capacidade instalada

Equipamentos de tomografia, ressonância, mamografia e ultrassonografia representam capacidade assistencial relevante e precisam ser utilizados de maneira eficiente. Quando uma vaga é cancelada antecipadamente, mecanismos digitais permitem seu reaproveitamento conforme as regras da regulação. A gestão precisa saber não apenas quantos exames foram realizados, mas quanto da capacidade disponível foi efetivamente utilizada.

  • Ocupação das agendas e vagas disponíveis
  • Cancelamentos, absenteísmo e encaixes
  • Tempo de espera
  • Produtividade por equipamento
  • Exames por modalidade
  • Manutenção, escalas e demanda reprimida

Indicadores do Centro de Diagnóstico por Imagem

Painéis específicos para o CDI acompanham o desempenho do serviço e orientam a gestão.

  • Exames solicitados, regulados, agendados e realizados
  • Absenteísmo e tempo de espera
  • Tempo para emissão do laudo
  • Produtividade por equipamento e capacidade instalada
  • Repetição de exames e não conformidades
  • Indisponibilidade dos equipamentos e demanda reprimida
MedirAnalisarIdentificar o problemaDefinir açãoResponsabilizarMonitorarMelhorar

Integração com Centros de Especialidades e linhas de cuidado

O CDI apoia cardiologia, neurologia, ortopedia, oncologia, saúde da mulher, saúde da criança, saúde da pessoa idosa e demais especialidades e linhas assistenciais. Essa organização é coerente com o movimento atual do SUS de estruturar a Atenção Especializada de maneira mais integrada, inclusive por meio das Ofertas de Cuidados Integrados (OCI).

Escola de Saúde ICM Canaã

A Escola de Saúde ICM Canaã participa da implantação e manutenção do modelo por meio da educação permanente dos profissionais, transformando normas técnicas e requisitos regulatórios em práticas efetivamente aplicadas no cotidiano do serviço.

  • Protocolos técnicos e proteção radiológica
  • Segurança do paciente e gestão de riscos
  • Utilização dos equipamentos e POPs
  • Preparação do paciente e registros
  • LGPD e comunicação de resultados
  • Qualidade e gestão de não conformidades

Tecnologia + Regulação + Qualidade + Segurança + Saúde Digital + Integração Assistencial + Indicadores + Pessoas capacitadas. Diagnóstico preciso. Informação integrada. Decisão mais rápida. Cuidado contínuo.